O caminhoneiro Donizete Luis de Pádua, 52, que atirou contra a ex-namorada Juliana Proença, 37, e acabou acertando também Angélica Garcia, continua foragido desde a noite do crime, que aconteceu na última terça-feira, no estacionamento do Tonin Superatacado, na região do Parque Vicente Leporace.
Ele teve a prisão temporária pedida pelo delegado Márcio Murari, titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), que é responsável pelas investigações.
Angélica passou por novos exames e não fará a retirada do projétil que ficou alojado em seu ombro. “Os médicos acharam que o risco de uma cirurgia seria maior”, contou seu marido Richard Garcia.
Juliana, que levou cinco tiros e teve fratura exposta na perna depois do atropelamento, passou por cirurgia e continua internada na Santa Casa de Franca. Ela não corre risco de morte.
Ainda muito abalada com as agressões sofridas, Juliana não quis dar entrevista.
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