Ah! Se eu soubesse


| Tempo de leitura: 1 min
Materialismo não é mesmo o caminho a nos conduzir a paisagens mais felizes. E, lembremo-nos, a imortalidade da alma é velha conhecida. E mais! Quem recusaria acreditar que todos, sem exceção, conhecem o aspecto das leis divinas de “causa e efeito”, o mesmo do “quem planta colhe”?
 
É na espiritualidade que, inevitavelmente, encontraremo-nos com nós mesmos, com a própria consciência. É onde a razão nos clarifica a necessidade de pensarmos mais vezes, sempre que nos comprometermos com o pensar e agir.
 
Não nos referimos a esta ou aquela religião, em particular. Muito menos temos a pretensão de qualificar, moralmente, quem aceita ou deixa de aceitar a imortalidade e nem que os maus possam vir a ter conduta morigerada. Tanto pode haver imortalistas equivocados, quanto materialistas éticos.
 
Mas, se é crime, ante as leis dos homens e as de Deus, a locupletação, por exemplo, da miséria alheia e do dinheiro público, sem dúvida, que aqueles nossos irmãos dominados pela desmedida ambição terão a permissão da misericórdia divina para resgatar seu débito escabroso de uma de duas maneiras: reformando-se intimamente, para doar-se à causa da verdadeira caridade, ou, se não adotada esta opção no tempo concedido pelas Supremas Leis, permitindo-se atroz sofrimento.
 
Perguntar-se-á: ‘Eles sabem?’ Não resta dúvida. Fazem, porém, ouvidos moucos à voz da consciência, deixando-se levar pela pressão ilusória do poder, da vaidade e da riqueza. Um dia, despertarão — é da Lei Divina — e pedirão para retornar à ribalta terrena a fim de se devotarem, como grandes apóstolos, ao bem comum. 
 
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários