Assassinos de farmacêutica pegam 53 anos de prisão


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Cristiane Cardoso de Munari
Cristiane Cardoso de Munari
O serviços-gerais Thiago Henrique Ramos, 32, foi condenado a 28 anos e 8 meses de prisão em regime fechado pelo roubo e assassinato da farmacêutica Cristiane Cardoso de Munari, 32, em Batatais. Além dele, o desempregado Givanildo Sebastião da Silva, 22, envolvido no crime, recebeu 25 anos e 9 meses de reclusão. Ambos já estão presos pelo crime cometido em 29 de dezembro de 2014.
 
Na sentença, a juíza Adriana Aparecida de Carvalho destacou que as provas produzidas durante as investigações foram suficientes para demonstrar que os dois mataram Cristiane e que, também, roubaram um malote contendo R$ 67 mil, referente às movimentações bancárias da Droga Avenida, farmácia da qual a vítima era sócia.
 
Inicialmente, a sentença de Thiago ultrapassava os 30 anos de prisão. Porém, como o serviços-gerais está preso há mais de 1 ano e 3 meses, a pena caiu para 28. 
 
Segundo a polícia, Givanildo seria o responsável por atirar em Cristiane e Thiago o “batedor” que conduziu a moto usada no latrocínio (roubo seguido de morte).
 
Kedley Gasparoti, 23, e Danilo dos Reis, 23, entraram com recurso contra a pena de 25 anos. O primeiro foi quem teria “dado a fita” sobre a rotina de Cristiane e o segundo teria fornecido as motos usadas no crime.
 

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