Facebook suspende 30 mil contas falsas na França antes de eleição


| Tempo de leitura: 1 min
Teme-se que a divulgação de conteúdos falsos nas redes sociais possa influenciar o resultado da corrida presidencial na França, uma das mais polarizadas da história recente
Teme-se que a divulgação de conteúdos falsos nas redes sociais possa influenciar o resultado da corrida presidencial na França, uma das mais polarizadas da história recente
O Facebook anunciou nesta quinta-feira (13) ter suspendido 30 mil contas falsas na França a poucos dias da eleição presidencial para combater a disseminação de notícias falsas e spam.
 
A empresa diz tentar "reduzir a divulgação de materiais gerados por meio de atividade não autêntica, incluindo spam, desinformação ou outros conteúdos enganosos que são comumente compartilhados por criadores de perfis falsos".
 
Teme-se que a divulgação de conteúdos falsos nas redes sociais possa influenciar o resultado da corrida presidencial na França, uma das mais polarizadas da história recente. O pleito ocorrerá em 23 de abril, e o desempate está marcado para 7 de maio.
 
O Facebook sofreu muitas críticas após a eleição dos Estados Unidos, em novembro de 2016, tendo sido acusado de tomar poucas ações para combater a disseminação de notícias falsas em sua plataforma.
 
Um estudo do BuzzFeed mostrou que a interação de usuários da rede social com notícias falsas sobre a eleição superou o acesso a reportagens de grandes veículos de comunicação nos meses que antecederam o pleito. Segundo especialistas, a desinformação pode ter contribuído para que Donald Trump chegasse ao poder.
 
Desde então, o Facebook reforçou sua vigilância sobre contas falsas e instituiu avisos de confiabilidade de links externos.
 
RÚSSIA
A Rússia negou nesta sexta (14) que venha tentando interferir na eleição francesa.
 
Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, as acusações de interferência não têm embasamento.
 
Os serviços de inteligência dos Estados Unidos acusam o governo russo de ter ordenado ciberataques para interferir nas eleições do ano passado para beneficiar Trump. Moscou nega as acusações.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários