Morreu ontem, às 17h30, o engenheiro e ex-secretário de Obras de Franca, Clóvis Ribeiro Guimarães, aos 61 anos. Ele não resistiu às intercorrências causadas ao colocar uma ponte de safena, no hospital São Francisco, em Ribeirão Preto (SP).
Natural de São Paulo, o engenheiro aposentado era filho de Clóvis Ferreira Guimarães e Mary Nogueira Ribeiro Ferreira e irmão de Cecília, José Antônio e Maria do Carmo. Em Franca, permaneceu casado por toda a vida com a professora Rita Parzewski Guimarães. Aqui, criou seus três filhos: Clóvis Parzewski Guimarães, de 36 anos; Juliana Parzewski Guimarães Barini, 33; e Carolina Parzewski Guimarães Vivenzio, 37, falecida em 2014, após dois anos lutando contra uma leucemia.
Clóvis marcou seu nome na história de Franca após tornar-se secretário de Obras no governo de Gilmar Dominici (PT), de 1997 a 2004, e desenvolveu importantes projetos na cidade. “O Clóvis foi o responsável pela obra da sede social do Castelinho, pela canalização de alguns córregos e outras construções de indústrias daqui. Gostava de fazer grandes obras e era apaixonado por sua profissão”, disse Rita.
Além do amor pelo ofício, segundo a professora, Clóvis gostava de andar de jipe e constantemente viajava para a Serra da Canastra, em Minas Gerais. Também cultivava bonsais e dedicava seu tempo livre aos filhos e aos seis netos, a quem transmitia ensinamentos. “Era um marido exemplar, pai amoroso e avô extraordinário. Sempre nos dizia para pensar nos outros antes de nós mesmos; ajudar sem nada esperar em troca. Ele nos ensinou e fez isso sua vida inteira: servia os outros”, afirmou Rita, com a voz embargada.
O velório de Clóvis Ribeiro Guimarães acontece no São Vicente. Com trabalhos da funerária Nova Franca, seu sepultamento está previsto para as 15 horas desta quarta-feira, no Cemitério da Saudade.
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