Franca recebeu nesta semana o WorkShop sobre Lei de Incentivo ao Esporte. A atividade contou com cerca de 150 pessoas entre gestores públicos, secretários, esportistas e empresários para discutir os projetos na esfera federal e estadual.
A lei permite o investimento de empresas e pessoas físicas em projetos esportivos aprovados no Ministério do Esporte ou Secretaria de Esportes Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, por meio de parte do que pagariam em imposto de renda ou ICMS.
“Existem recursos disponíveis no governo para este tipo de investimento, então eventos como este ajudam as pessoas entender que é preciso investir na própria comunidade, seja qual for o esporte”, apontou José Cândido Muricy, Diretor Geral da Lei de Incentivo Federal do Ministério do Esporte.
O Workshop foi realizado pelo Instituto LAMT em parceria com o Instituto Tênis e a ACIF. Em 2016, restaram nos cofres federais mais de R$ 135 milhões que poderiam ser destinados à Lei de Incentivo ao Esporte. “Observamos um desconhecimento muito grande dos empresários que não entendem o tanto que elas podem ajudar as comunidades. É simples, o empresário abre mão do imposto que estaria pagando para o governo e direciona o dinheiro para projeto que é revertido em benefícios e investimentos para a região onde ele atua”, contou Muricy.
No evento estiveram presentes representantes de cidades como São José do Rio Preto, Catanduva, Ribeirão Preto, Altinópolis, Campinas, Sales Oliveira, Igarapava, Pedregulho, Patrocínio Paulista, Batatais, Ribeirão Corrente, Cristais Paulista, Rifaina, São Joaquim da Barra, Araras, São José da Bela Vista e Aramina.
“Além do lado esportivo, estes projetos tem um papel social muito forte. As entidades trabalham com crianças e adolescentes nas chamadas áreas de grande vulnerabilidade afastado eles, principalmente, das drogas e da violência”, destacou Márcio Mendes, presidente do Instituto LAMT.
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