O policial morto a tiros em Jaboticabal, São Paulo, por bandidos que assaltaram um carro-forte, se casaria em setembro.
Erik Henrique Ardenghe estava há seis anos na Polícia Militar e morreu na segunda-feira, dia 13. “Ele abraçou essa causa da polícia, porque era um sonho dele ser polícia, é uma coisa que está no sangue. São pessoas que realmente gostam de fazer esse trabalho”, afirmou o radialista Rodrigo Oliveira, sogro do policial.
De acordo com o site G1, um grupo de criminosos explodiu um veículo da empresa de valores Protege, na Rodovia Carlos Tonani, em Barrinha, São Paulo. Erik e um outro policial foram alvos de disparos. Enquanto o outro policial se escondeu em um canavial, Erik ficou atrás da viatura e foi atingido por dois disparos de fuzil, sendo um na perna e outro na cabeça.
O coronel Humberto Gouvea Figueiredo conta que os policiais estavam atrás de uma caminhonete quando foram surpreendidos pelos criminosos. O sogro de Erick contou que o policial e a noiva compraram uma casa e estavam reformando o imóvel para morarem após o casamento. "Um rapaz jovem, de 28 anos, já namorando a minha filha há sete anos, noivado há quatro anos, pretendia se casar agora no meio do ano. Eles compraram uma casinha, estavam reformando até semana passada, foram para Ribeirão Preto pra fechar o negócio do acabamento da casa. Estava tudo caminhando certo, mas infelizmente essa noite passada aconteceu o que aconteceu", desabafou o radialista.
A viatura em que Erick e o outro policial estavam no momento do ataque foi atingida por 26 disparos de arma de grosso calibre. O policial que sobreviveu ao ataque relatou que Erick tentou usar a lataria do veículo como escudo, porém acabou baleado. Os familiares do policial morto afirmaram ainda que na data da tragédia Erick não deveria estar trabalhando. A ocasião seria a folga dele, mas o policial teria trocado a data com um outro colega.
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