Segundo Wanderley Cintra, a fiscalização da Empresa São José não tem uma equipe específica. Ela é feita pelo gerente de serviço Luciano Rodrigues. "Não encontramos nenhum departamento específico para fiscalizar a São José. Eu não encontrei", disse Wanderley.
Ele disse que não concluiu a auditória nos contratos. "A gente começou a mexer e viu que era muito complexo e resolvemos deixar de lado e focar na questão financeira da Emdef. Não foi feita a auditoria. Lá na Emdef tinha problemas muito mais sérios para serem resolvidos. No acordo de 2013, era exigido um estudo sobre a viabilidade dos acertos feitos naquele documento, mas nao havia nada a respeito, Nada foi feito em 2013, 2014, 2015 e 2016".
Segundo Wanderley, o último documento que ele recebeu foi o pedido de reajuste de tarifa de ônibus protocolado no dia 10 de fevereiro. "Eles entregaram para mim e se não estiver enganado estavam pedindo uma tarifa de R$ 4,66".
Ele disse que não sabe como é o cálculo e qual o impacto das gratuidades no contrato da São José e disse também não ter encontrado nenhum ato ou documento formal de fiscalização da empresa por parte da Prefeitura. O ex-presidente disse que só resolveu fiscalizar depois das queixas sobre a falta de cobradores e que não havia conferência sobre o contrato."O que recebiámos lá era sobre o trajeto, o número de passageiros, coisas do dia-a-dia."
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