Morreu no início da tarde do dia 24 de fevereiro, depois de 15 dias internado na Unidade de Tratamento Intensivo da Santa Casa de Franca, o senhor Albano Trevisani Netto, de 69 anos. Ele deu entrada no hospital em decorrência de uma falência renal, que o obrigou a se submeter a procedimento de diálises, mas acabou sofrendo um enfarto e não resistiu. Sem ter nenhuma doença prévia, a doença pegou a família de surpresa.
Era casado há 23 anos com Eliabe Silva Trevisani, com quem teve 8 filhos: Maria Paula Silva Trevisani, Maria Emília Silva Trevisani, João Aurélio Silva Trevisani, José Aurélio Silva Trevisani, Jhonata Aurélio Silva Trevisani, Maria Júlia Silva Trevisani, Maria Clara Silva Trevisani e José Bernardo Silva Trevisani.
Natural de Igaçaba, era primeiro-sargento da Polícia Militar, já aposentado. Veio residir em Franca pouco antes de 1980, transferido pelo comando. Apesar de já ter se mudado para a Cidade do Calçado casado, foi aqui que constituiu sua família efetivamente, e onde nasceram seus filhos e onde os criou.
Depois de ter se aposentado da polícia, Albano se dedicava a seu hobbie preferido: cuidar de seus passarinhos e construir gaiolas para as aves. "Era uma paixão dele, e ele não fazia distinção entre nenhum deles, dedicando o mesmo cuidado e amor a todos", disse a filha Maria Emília.
Por sua formação militar, Albano era bastante rígido e exigente com seus filhos, mas também era carinhoso. "Era sim exigente, até porque, que pai não é? Meu pai era sempre um pai, não importa quantos 'nãos' ele nos dizia, era sempre ele. Fazia de tudo por todos nós, sempre foi um guerreiro, um chefe e um bom marido. É meu exemplo", lembrou Emília.
O velório de Albano Trevisani Netto aconteceu na madrugada do dia 25 de fevereiro, no Velório Municipal do jardim Aeroporto. O sepultamento aconteceu no mesmo dia, às 10 horas, no Cemitério Santo Agostinho, com trabalhos da funerária Nova Franca.
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