A empresária apresentou dados que indicam um número de mulheres com nível superior 20% maior do que o de homens. Entretanto, menos de 5% das mulheres ocupam cargos executivos em diretorias de empresas. “Quando surgiu a cota para pessoas com deficiência, olhamos para o nosso quadro e ficamos com vergonha, porque (o número de funcionários com deficiência) era muito baixo. Então fomos abraçando a causa e hoje nem precisamos olhar o número estipulado para a cota, porque temos muito mais. Portanto, a cota é um processo transitório para acertar uma desigualdade”, disse ela.
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