Parte de grupo que furtou casa é liberado da cadeia


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Cinco jovens foram presos na madrugada deste domingo, 26, após furtarem uma casa no Residencial Paraíso. Entre eles, o líder da gangue dos playboys e sobrinho do deputado Roberto Engler, Leonardo Engler, e o filho da dona de uma pizzaria da avenida Paulo VI.

Após o furto, o grupo fugiu em um Ford Fiesta, também furtado, para uma residência no Parque Progresso. Lá, os policiais depararam com os indivíduos separando várias joias e ainda bijuterias, celulares, televisores, notebook, pares de tênis, máquina fotográfica entre outros objetos produtos do furto. 

Os cinco jovens confessaram o crime aos policiais. Um deles é menor de idade e foi liberado. Os outros quatro seguem presos. Além de Leonardo, os outros presos são: Kawan Freitas Passos, Mateus Gabriel Luciano, Diego Henrique de Souza Danelucci e Henrique Balbino.  

A vítima compareceu ao plantão policial e fez o reconhecimento dos objetos.

Nesta segunda-feira, 27, até a hora do almoço, outros rapazes havia conseguindo sair da cadeia. Apenas Leonardo Pugliesi continuava preso. 




Foto: reprodução/Facabook 


O jovem Leonardo Engler foi preso após invadir caso no Paraíso.


BANDO DOS PLAYBOYS

Leonardo já é conhecido dos meios policiais. O grupo que ele fazia parte foi acusado de fazer um arrastão de furtos em residências no feriado da Páscoa de 2011, entre outros crimes, como receptação e tráfico. A denominação de “playboy” feita pela polícia deve-se ao fato de os integrantes serem jovens, em sua maioria, de classe média, filhos de empresários e comerciantes.

Estudantes de escolas particulares, alguns dos acusados teriam feito amizade com os filhos e filhas das vítimas. Os alvos dos acusados eram residências de alto padrão. Durante as investigações, a polícia conseguiu um vídeo que identifica parte do bando agindo em Ribeirão Preto. Os acusados estavam usando um cartão de crédito furtado de uma vítima de Franca. A polícia estimou, na época em que os crimes foram cometidos, que o saldo dos furtos creditados ao grupo chegou a R$ 1 milhão.

Leonardo Engler Pugliesi responde a mais de dez processos e tem condenações, a maioria em fase de recurso. No caso em que conseguiu o alvará de soltura, foi condenado a dois anos de reclusão por furto qualificado. 
 

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