Depois de 126 dias termina, à zero hora deste domingo, 19, o horário de verão. Na virada de hoje para amanhã, os relógios devem ser atrasados em uma hora em todos os Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal.
Em sua área de concessão, a CPFL Paulista, responsável pelo abastecimento em Franca, estima uma redução da ordem de 0,40% no consumo de energia elétrica. A economia, de acordo com a companhia, alcançou 48.286 MWh, volume suficiente para atender uma cidade do porte de Campinas, com 1,1 milhão de habitantes, durante 5 dias, ou Bauru por 18 dias, ou ainda Ribeirão Preto por 9 dias. Com o mesmo volume de energia elétrica, seria possível abastecer aproximadamente 20 mil clientes residenciais, com consumo médio de 200 kWh durante um ano.
O objetivo principal do horário de verão é aproveitar melhor a luz solar durante esse período, sobretudo nos horários de pico, além de conscientizar as pessoas sobre o uso da energia. As crianças, os idosos e os notívagos são os que mais sentem as consequências da mudança do horário de verão. Sonolência durante o dia, cansaço, irritabilidade, alterações de apetite e um humor deprimido são alguns efeitos no organismo em decorrência da perda de uma hora de sono.
Segundo especialistas, o corpo demora aproximadamente 14 dias para se adaptar a mudança de horário.
O Ministério de Minas e Energia deve divulgar um balanço sobre a economia de energia somente na próxima semana. Inicialmente, a estimativa do governo federal era economizar R$ 147,5 milhões com o horário de verão, referente ao custo evitado com o acionamento de usinas térmicas.
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