Tão relativo o seu exercício! Quantas vezes, acreditando que a estamos praticando, estamos, na verdade, fazendo o oposto. Prejudicando a nós mesmos e ao outro. Como quando, por exemplo, damos a alguém um tipo de ajuda que não o ajuda realmente. Khalil Gibran, falando sobre o bem e o mal, sinaliza o rumo em uma metáfora genial: “ Não claudicar diante dos coxos, julgando tratar-se isso de um ato de bondade “.
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