Os vereadores, por unanimidade, decidiram manter o veto do prefeito Gilson de Souza (DEM) em dois projetos de lei aprovados no ano passado.
O primeiro veto mantido foi o que barrava a lei que equiparava a função de monitor nas salas de aulas com crianças com necessidades especiais a professores. Os vereadores mantiveram o posicionamento do prefeito com base nos pareceres das Comissões de Justiça e de Orçamento, que concordaram com o posicionamento do Executivo que considerou a lei inconstitucional por gerar gastos ao Executivo e regulamentar função pública, o que seria competência exclusiva do prefeito.
O mesmo aconteceu no caso do projeto que regulamentava o sistema de transporte escolar por vans. Segundo os vereadores, cabe exclusivamente ao prefeito estabelecer as regras para a concessão e exploração de serviços públicos municipais. Segundo o presidente da Câmara, Marco Garcia (PPS), um novo projeto está sendo elaborado pela Prefeitura.
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