Enquanto a Polícia Civil inicia as investigações sobre a morte da aposentada Terezinha Teixeira de Morais, de 84 anos, o jovem que a atropelou no Jardim Petráglia tenta entender o que aconteceu. Na manhã da última segunda-feira, a vítima foi atropelada e, devido aos ferimentos na cabeça, não resistiu e morreu na Santa Casa horas depois.
Com a voz embargada, o pespontador Bruno Domingos Freitas, de 22 anos, narrou com emoção o que aconteceu quando sua caminhonete atingiu a idosa. “Não sei como isso ocorreu. Eu fui levar um serviço até o Jardim Planalto e olhei para os lados da rua, garantindo que ninguém vinha. Ao engatar a primeira marcha da caminhonete e seguir pela avenida, atingi a senhora”, disse, em entrevista à rádio Difusora.
Ainda segundo Freitas, Terezinha caiu no chão e apresentava um ferimento na cabeça. Porém, estava consciente. “Fiquei bem aflito e acionei o socorro. Os vizinhos e outras pessoas também foram nos ajudar e eu pedi para a senhora não se levantar e esperar ajuda. Depois, ela foi para a Santa Casa. Eu fui para casa, avisei minha família e fui junto.”
Assim que chegou ao hospital, a aposentada foi atendida e submetida a uma cirurgia. Por volta de 13h45, a notícia de sua morte abalou seus familiares e também o pespontador. “A pior coisa do mundo que pode acontecer é você ouvir que a pessoa morreu. Estou rezando para que Deus possa confortar sua família diante disso. E que Ele me ajude também, pois eu acreditava que ela ficaria bem, e essa tragédia aconteceu.”
A morte de Terezinha Teixeira de Morais, sepultada no início da tarde de ontem no cemitério Santo Agostinho, está sob apuração no 3º Distrito Policial.
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