Cremesp abre sindicância para apurar morte


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A fotógrafa Zélia Lúcia Barbosa Moreira, de 46 anos
A fotógrafa Zélia Lúcia Barbosa Moreira, de 46 anos
A investigação sobre a morte da fotógrafa Zélia Lúcia Barbosa Moreira, de 46 anos, ganhou novo capítulo nesta semana. Além da Polícia Civil, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) instaurou sindicância para apurar os procedimentos e como o caso aconteceu.
 
A informação da sindicância foi confirmada pela própria polícia, que registrou a morte de Zélia como “homicídio culposo” (quando não há intenção de matar), na semana passada. Além de familiares da vítima, funcionários da Santa Casa e outras testemunhas serão chamadas nos próximos dias para prestar esclarecimentos.
 
Entre as dúvidas a serem esclarecidas pelo 1º Distrito Policial e o Cremesp, estão o porquê de uma enfermeira ter usado o anestésico cloridrato de ropivacaína, que não pode ser aplicado via intravenosa, em vez do antitóxico que Zélia usava em seu tratamento, o mitexan.
 
O caso
No dia 26 de janeiro, Zélia foi submetida a mais uma sessão de pulsoterapia, para tratar uma doença autoimune de seus rins. Segundo a família, a própria Santa Casa constatou que uma enfermeira aplicou um remédio errado. Pouco depois, Zélia teve convulsão, sofreu parada cardiorrespiratória e morreu.

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