Quem nunca ouviu que o francano por exemplo, não dá seta, e que o francano não sabe escolher uma faixa para andar? Certeza que vários, ou quase todos. Estas são infrações que aparentemente são bobas, mas não são. Culturalmente, o brasileiro só cumpre algo através da punição, em especial no que diz respeito às leis de trânsito, vide por exemplo o cinto de segurança. O caso de Franca, para que ele se resolva por vez, seria a fiscalização séria por agentes de trânsito e não por guardas civis, multando pela mudança de faixa sem sinalização, multando pelo posicionamento indevido nas faixas de uma rua ou avenida e, com o apoio da PM e de radares fixos e móveis, a multa por velocidade e outras infrações mais graves. Não há como fugir das medidas impopulares para se conseguir regularizar algo. Ser popular é, na maioria das vezes, flexibilizar algo por interesse próprio, deixando de lado, neste caso, o cuidado pela vida humana. O trânsito de Franca há muito precisa ser repensado. Leia em http:/ /gcn.net.br/noticias/343114/franca/2017/01/transito-de-franca-mata-mais-que-o-de-sao-paulo
Márcio Heitor Ranhel Cândido
Franca - SP
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