Uma auxiliar em administração de Rio Branco, no Acre, revela que precisou trabalhar o psicológico para emagrecer.
Lígia Couto, de 35 anos, relatou ao site G1 que enfrentava um quadro de depressão e não tinha ânimo de fazer atividades. "Durante sete anos acabei engordando sem perceber e quando dei por mim eu estava com 86 kg. Eu não me aceitava desse jeito, não me olhava no espelho, me sentia o ser mais horrível do mundo. Sempre que ia comprar uma roupa, era uma frustração", comentou ela.
A auxiliar diz que tentou fazer dieta várias vezes, mas nada funcionava. "Nunca conseguia porque não tinha força. Até que um dia parei e pensei 'eu não sou gorda, eu estou gorda'. Daí fui trabalhando isso em mim e lendo coisas de pessoas nas redes sociais. Pensei que iria conseguir me resgatar e sair do fundo do poço", destaca Lígia.
Em outubro de 2014 ela iniciou o processo. "O trabalho maior é a gente ter consciência desse processo, que é dolorido. Então, precisei trabalhar o meu psicológico, mas sempre pensando que iria conseguir. Comecei cortando os carboidratos brancos e seguindo algumas recomendações que lia na internet", diz a auxiliar.
Sete meses depois de iniciar a mudança na alimentação, Lígia passou a fazer exercícios físicos de segunda a sábado. "No começo, foi só mudança na alimentação mesmo, depois de perder bastante peso, no caso líquido, foi que iniciei a musculação e de lá para cá eu não parei. Atualmente, faço pelo menos uma hora de abdominal e depois vou para o treino, que é pesado e cronometrado", explica.
Atualmente com 58 quilos, Lígia afirma que vai manter a nova rotina. "Hoje eu me permito comer certas coisas, porque sei que no dia seguinte vou compensar na academia. Mas, sempre me questiono: 'posso comer qualquer coisa? Posso. Mas eu devo?'", completa ela.
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