O cabeleireiro Wiliam Roberto Ferreira Costa, de 27 anos, foi indiciado por homicídio qualificado, em decorrência da chacina ocorrida em uma casa de prostituição em Jaboticabal, São Paulo.
O delegado Wanderlei Santos confirmou na sexta-feira, dia 20, a conclusão do inquérito e afirmou que houve motivação torpe e fútil, além da dificuldade de defesa das vítimas. O Ministério Público tem cinco dias para oferecer a denúncia à Justiça, segundo o site G1.
A Polícia Civil aponta que Costa matou 6 pessoas na noite de 21 de dezembro: a garota de programa Dione da Silva Lima, de 30 anos, o empresário Anderson Ricardo Montenor, de 37 anos, a dona da casa de prostituição, Leonilda Lucindo, de 72 anos, a neta dela, Elaine Cristina Lucindo da Silva, de 29 anos, o barman Zacarias Castor Ataídes, de 55 anos, e outra garota de programa, Maria Lucia do Carmo Alvarenga, de 46 anos.
O suspeito segue preso preventivamente no Centro de Detenção Provisória de Taiúva, São Paulo. Costa deu versões diferentes para o crime, sendo que em uma delas alegou que um homem teria dito que estava armado e o cabeleireiro o desarmou. “Eu atirei primeiro nele, sem saber, só pela reação, instintivamente. Os outros foi (sic)... Não sei, sabe?! Eu estava com a arma na mão e a adrenalina muito alta, porque eu estava tremendo, e aí atirei. As pessoas se mexia (sic) e o meu instinto era, enquanto eu podia, ir apertando o gatilho. Estava nervoso”, afirmou o suspeito.
Santos diz que a versão não é verdadeira. O delegado explica que para a polícia, Costa queria ficar com Dione e se irritou ao saber que ela estava com outro cliente. Há testemunhas que confirmam que a arma usada no crime pertencia a Costa e que a mesma estava guardada no carro dele.
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