3 francanos conquistam nota mil na redação do Enem


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Lucas da Silva Ponce, 20, Erika Pereira Batista, 27, e Ana Júlia Pereira de Paula, 20, obtiveram a nota máxima na redação do Enem
Lucas da Silva Ponce, 20, Erika Pereira Batista, 27, e Ana Júlia Pereira de Paula, 20, obtiveram a nota máxima na redação do Enem

Mais uma vez estudantes francanos se destacaram na redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e conquistaram a nota 1.000 na última edição do exame. Discorrendo sobre o tema “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, os jovens Ana Júlia Pereira de Paula, 20, Erika Pereira Batista, 27, e Lucas da Silva Ponce, 20, conseguiram a nota máxima e estão no seleto grupo, formado por 77 pessoas de todo o país, que obteve o mesmo resultado. No ano anterior, 104 candidatos conseguiram nota 1.000. 

Prestando o exame pela quarta vez, Ana Júlia conquistou a nota 1.000 no Enem pelo segundo ano consecutivo. “Gostei bastante do tema discutido, pois levanta o debate de questões importantes como a intolerância e também a religião”, disse.

“Para alcançar esse resultado é preciso se preparar bastante, abdicar de muitas coisas e, principalmente, se dedicar a um propósito. Por ser um tema atual e que gera bastante discussão, achei importante a escolha, pois é uma forma de ser aberto também um diálogo mais amplo”, disse a jovem Erika.

Experiente no Enem, Lucas prestou o exame pelo quinto ano consecutivo. Segundo ele, o caminho para o sucesso na redação é escrever e ler bastante, treinar vários temas e, se possível, produzir redações diariamente. 

Para a professora e empresária Regiane Pedigone, idealizadora do método empregado na 100% Redação, escola onde os três estudaram para a prova em 2016, o sucesso na redação do Enem é definido pelo trabalho de insistência na escrita, na leitura e na perseverança.

“A queda no número de notas máximas no Enem mostra que a metodologia trabalhada na 100% Redação, associada ao trabalho dos alunos, está dando resultado. Temos um histórico de sucesso no exame e todos os anos construímos uma metodologia diferente”, comemorou.

Os três estudantes buscam uma vaga no curso de medicina e aguardam agora a abertura de vagas através do Sisu (Sistema de Seleção Unificada).

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