PRISÕES


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Nessa crise presidiária do Brasil, acrescento dois aspectos. O primeiro diz respeito às falhas gritantes do judiciário que, urgentemente necessita trabalhar à altura dos estratosféricos salários que recebe e das mordomias e privilégios que possui. O segundo diz respeito à aplicação de políticas que não sejam de caráter remediativo, mas preventivo. E, nesse sentido se faz preciso ir além dos infinitos discursos de profissionais de gabinete e, de fato fazer valer uma revolução na educação focando basicamente a valorização de professores e alunos. Imergindo-os num processo de ensino e aprendizagem que lhes garantam protagonismo nas ações educativas e que as mesmas não foquem apenas os aspectos cognitivos, mas também os de natureza afetiva e socializadora. Uma educação que tenha no professor uma espécie de robô programado para cumprir os mandos e desmandos de burocratas que nada entendem de sala de aula e, a meta de formar o aluno como mão de obra tecnificada, barata e ignorante de seus direitos para agradar ao mercado, são certamente ingredientes da perpetuação da criminalidade no país. Leia em http://gcn.net .br/noticias/341996/opiniao/2017/01/prisoes
Darsio Batista
Franca - SP

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