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Montado no seu carrão, o sujeito viajava pelo interior e, ao passar numa estrada de terra, acabou atropelando e matando um galo. Nisso, viu um matuto capinando próximo à cerca naquele poeirão. Com pena dele, desceu do carro e falou:

-“Desculpe, amigo. Foi culpa minha. Sinto muito ter matado seu galo. Mas fique tranquilo, eu faço questão de substituí-lo”
O  matuto encostou-se no cabo da enxada, deu uma cuspidinha de lado e falou:
-“Vóismicê fique à vontade... as galinha tão ali no galinheiro”!
 
 

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