Câmara estreia com debate sobre ônibus e posse de suplente


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Vereadores eleitos em outubro do ano passado participaram ontem da primeira sessão ordinária da Legislatura 2017/2020
Vereadores eleitos em outubro do ano passado participaram ontem da primeira sessão ordinária da Legislatura 2017/2020
A nova Câmara Municipal realizou ontem a primeira sessão ordinária do ano. Foi um dia de aprendizado e muita movimentação. A reunião inaugural teve minuto de silêncio, posse de vereador e pedido de congelamento do preço da passagem de ônibus. Os parlamentares só não tiveram o gostinho de votar projetos. 
 
Na abertura da reunião, o vereador Carlinhos da Farmácia (PMDB) solicitou que fosse feito um minuto de silêncio em homenagem ao tenente Sérgio Buranelli, à sua mulher Regina e à namorada do seu neto, Júlia Bolela, mortos em acidente de carro na cidade mineira de Arceburgo. O presidente Marco Garcia (PPS) decretou luto oficial de três dias e o plenário aprovou moção de pesar apresentada por Della Motta (PTN).
 
Concluídas as homenagens, foi realizada a posse de Diretor Marcos. Primeiro suplente do PSDB, ele assumiu a vaga aberta por Adérmis Marini (PSDB), que se licenciou para ocupar uma cadeira de deputado federal no Congresso Nacional.
 
Dezenas de convidados foram à Câmara prestigiar a posse. Diretor Marcos lembrou o falecimento da família de Sérgio Buranelli. “Agradeço a Deus pela oportunidade da vida, neste dia que estamos todos enlutados. Eu trago para a Câmara o lema do Lions Clube, do qual sou integrante, que é ‘Nós servirmos’. Vamos servir à comunidade. É para isso que fomos eleitos.” 
 
Em sua estreia na tribuna, Corrêa Neves Júnior (PSD) parabenizou Gilson de Souza (DEM) por ter retomado as vagas de estacionamento na área central, requisitou cópias da última versão do contrato assinado entre a Prefeitura e a São José e sugeriu ao prefeito que tome medidas de austeridade e de economia, como as que foram adotadas por João Doria (PSDB), em São Paulo, Marcelo Crivella (PRB), no Rio de Janeiro, e Duarte Nogueira (PSDB), em Ribeirão Preto. “Espero que o Gilson decrete o congelamento do preço da passagem do ônibus por, pelo menos, um ano. A medida será muito mais eficaz do que reduzir o valor da tarifa nos fins de semana, como ele prometeu durante a campanha”, ressaltou Corrêa Neves.
 
Pastor Palamoni (PSB) endossou a proposta. “Espero que o prefeito faça isso, pois vai beneficiar os usuários, que já gastam muito com o transporte público.”
 
Como os vereadores e o prefeito não tiveram tempo hábil de apresentar projetos, o período em que ocorrem as votações foi encerrado rapidamente. Uma reunião com o secretário de Finanças, Sebastião Ananias, aconteceu no horário.

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