'Restinga está pedindo socorro', diz novo prefeito


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Amarildo Nascimento, na posse como prefeito de Restinga, com sua vice Karla Ferraciolli
Amarildo Nascimento, na posse como prefeito de Restinga, com sua vice Karla Ferraciolli
Amarildo Nascimento (PMDB) tomou posse como prefeito de Restinga domingo à noite. A solenidade, que deveria ser festiva, foi marcada pela preocupação. No lugar dos tradicionais discursos otimistas, foi apresentado um raio-x da situação da cidade.
 
O novo prefeito usou um projetor para mostrar dados sobre a situação econômica e para exibir imagens do estado de abandono do município. “Não estou aqui para falar mal de ninguém, mas para falar a verdade”, ressaltou Nascimento. 
 
Disse que ainda não fez a análise da contabilidade de 2016, mas que uma estimativa inicial aponta uma dívida de, pelo menos, R$ 5,5 milhões. 
 
A Prefeitura está com o nome sujo e não consegue repasses. “O trem está enrolado. A coisa é séria. Restinga está pedindo socorro. Não tem varinha mágica. A palavra é paciência. Se a gente não se unir e não der as mãos, a tendência é acabar Restinga. É preciso de força de vontade e firmeza”, destacou.
 
 
 
 

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