Dizemos que o tempo voa. Discutimos realizações, agitamos projetos e eis que os meses se escoam e já nos vemos às voltas com os preparativos para o Natal e o Ano Novo!
Alguns chegam a arriscar palpite acerca da possibilidade de mudanças no magnetismo do planeta, outros, talvez com acerto, opinam que não estamos preparados para digerir a quantidade de informações que a globalização nos impõe. Provamos, expiamos, assimilamos um acontecimento, ruminamos outros, e outros mais já estão a nos requer atenção.
Atentemos para a inigualável oportunidade chamada reencarnação, que a Divina Providência nos concedeu para o necessário progresso moral e cumpramos o planejado, realizando o que nos pacifique a consciência. No balanço do nosso tempo, pode ter havido lucro ou prejuízo, porque estamos livres para vivermos as injunções terrenas, todavia, jamais poderemos desprezar a postura que nos conduz à realização espiritual.
Se a consciência da felicidade alcançada está na nossa essência, de nada adianta aumentarmos o patrimônio material, sem que nos elevemos moralmente. Aquele pertence à Terra e não ao espírito, que apenas exerce nesta a inteligência do seu progresso.
Ante, pois, o ano que se inicia, avaliemos nossa senda moralizadora e verifiquemos onde corrigir-nos a rota. Não percamos mais tempo com frivolidades. Estabelecer metas factíveis é um bom começo. Iniciemos pelas mais fáceis e, progressivamente, atingiremos as consideradas difíceis.
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
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