O prefeito Alexandre Ferreira (PSDB) vetou totalmente o projeto de lei aprovado pela Câmara, mês passado, que concedia a todos os servidores públicos do município o direito de enforcar seis dias de trabalho no ano sem a necessidade de justificativa e sem que houvesse desconto das faltas nos salários. O jurídico da Prefeitura alegou vício de inconstitucionalidade. Afirmou que os vereadores não têm competência para legislar a respeito.
Já estou sentindo saudades: A Câmara nunca mais será a mesma sem o Laercinho (PMDB). O vereador se despedirá neste fim de ano e levará com ele a elegância ímpar, as frases de efeito, as interrupções nas horas impróprias, os posicionamentos firmes, os convites para os leilões e, o que é pior, a distribuição de frangos caipiras e leitoas. Pelo menos, ele nos brindou com uma pérola na despedida: a discussão com Valéria Marson (PSD) por causa da liberação da venda de bebidas no Lanchão e Poliesportivo entrará para história. “Vossa Excelência está me chamando de cachaceiro e cachaceiro eu não sou”. Perdi meu parceiro.
Muito prazer: O futuro vereador Kaká (PSDB) se chama Carlos César Arcolino. O xará dele, Carlos César Buci é o Carlinho da Farmácia (PMDB). Sabe quem é Antônio Jorge Alves de Souza? É ele, bem: Tony Hill (PSDB). Valendo um panetone para quem souber o nome do Arroizinho (PMDB): Aurelindo da Silva Lima.
A última verbinha: Os vereadores Bahia (PTN), Cordeiro (PSB) e Zezinho Cabeleireiro (PPS) são mesmos abnegados. Mesmo não tendo sido reeleitos, solicitaram o carro oficial da Câmara e, claro, adiantamento das polpudas diárias, para uma missão especial entre os dias 26 e 29 de dezembro. Enquanto a maioria das pessoas estiver preocupada com as festas de fim de ano, eles alegam que vão para Brasília buscar recursos em ministérios e na Câmara dos Deputados. Mais fácil acreditar em Papai Noel.
Anota aí: Vereador eleito que espera ser chamado para ser o secretário de ação social vai se frustrar.
Lenda: Era só marketing de campanha. Não é verdade que o professor Frank (DEM) não gosta de pegar na mão do povo. Na solenidade de diplomação dos eleitos, o vice de Gilson cumprimentou um monte de gente. Este colunista, inclusive.
Edson Arantes
Jornalista
edson@comerciodafranca.com.br
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