Cães-policiais reforçam combate à criminalidade


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Já o cão Kong parte para o ataque no canil da Polícia Militar: ajuda eficiente
Já o cão Kong parte para o ataque no canil da Polícia Militar: ajuda eficiente
O que, para eles, parece uma brincadeira para receber sua “bolinha”, é trabalho sério para a Polícia Militar e tem ajudado no policiamento ostensivo em Franca. Com seus olhares atentos, faro apurado, focinhos compridos e muito treinamento, os pastores Draco e Kong, do canil do 15º Batalhão da cidade, têm complicado a vida de bandidos e ajudado no combate ao tráfico de drogas.
 
Draco, um pastor alemão preto, de 3 anos, e Kong, um belga malinois, de 1 ano e meio, são os primeiros cães policiais em Franca que moram no canil e, diariamente, trabalham ao lado dos policiais. Eles iniciaram seus treinamentos com apenas 6 meses de idade e já têm feito grandes apreensões de drogas. A mais recente aconteceu no mês passado, quando Kong localizou 200 pedras de crack enterradas em um terreno no Parque São Jorge.
 
Para o tenente Marcel Pereira, que comanda o canil em Franca, os animais têm sido fundamentais em operações e trabalhos da polícia. “Eles desempenham muito bem suas funções de faro e policiamento. Graças aos treinamentos, podem farejar qualquer coisa que a gente precise: encontrar pessoas, armas, drogas e até explosivos”, disse.
 
Desde os primeiros meses de vida, eles recebem atenção e são condicionados a uma rotina diferente. Segundo Marcel, os cães treinam pelo menos três horas diárias e passam o tempo com os quatro policiais designados e também treinados para atuar no canil. Assim, com o vínculo de confiança e amizade estabelecido, Draco e Kong enfrentam o que for preciso, defendem seus companheiros e cuidam um do outro, bem como rogam os preceitos da Polícia Militar. 
 
A expectativa dos policiais que participam do trabalho do canil é de que, no ano que vem, mais animais cheguem. “Temos estrutura para receber outros cinco cachorros. Já contamos com um consultório veterinário e área destinada a higienização. Com isso, poderemos contar com mais PMs no efetivo do canil e fazer um trabalho ainda maior”, afirmou o tenente.
 
Recentemente, a reportagem do Comércio esteve no batalhão e acompanhou parte do treinamento dos “soldados”, que deverão desempenhar suas funções até os 8 anos de idade, quando devem se aposentar. Eles fizeram testes de detecção de drogas escondidas e também de patrulhamento ostensivo, “atacando” um dos PMs, simulação que mostrou o que pode acontecer com quem é pego cometendo algum delito: mordidas e prisão.
 
 
 

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