Com a graça de Deus estamos iniciando a terceira semana do tempo do Advento. Vamos conhecer e refletir, de forma concreta, sobre os textos sagrados reservados para este domingo, e o que contêm de ensinamentos para nossa caminha cristã: Isaías 25 (Primeira Leitura), Tiago 5 (Segunda Leitura), Mateus 11 (Evangelho).
PRIMEIRA LEITURA — ISAÍAS 35: Pelo terceiro domingo consecutivo, a primeira leitura nos faz sonhar. Isaías nos apresenta um mundo novo, completamente diferente. O povo de Israel atravessava um dos piores períodos da sua história. Tudo parecia morto. Havia só muita tristeza e lágrimas. Quem teria coragem de sonhar futuro promissor diante de panorama tão desolador? A última parte nos apresenta o que acontecerá a pessoas doentes e debilitadas do povo: abrir-se-ão os olhos dos cegos e se descerrarão os ouvidos dos surdos; o aleijado pulará como um cabrito, a língua do mudo se soltará em cantos de alegria. rata-se de sinais que indicam a chegada de um mundo novo, sem lugar para a doença, a dor, o pranto.
SEGUNDA LEITURA — TIAGO 5: Após ter-se dirigido aos ricos, Tiago se dirige aos pobres. O que recomenda a eles? Recomenda paciência. ‘Sede pacientes!’ ‘Não vos queixeis!’ ‘Suportai-vos!’ Conclui: ‘no vosso sofrimento, fazei tudo o que está ao vosso alcance, lutai para conseguir justiça, mas não cometais violência contra quem vos oprime; e não vos queixeis com quem está perto de vós’.
EVANGELHO — MATEUS 11: Aguardamos o Messias, mas não é fácil reconhecê-lo quando chega. jesus, quando se apresentou no mundo, não foi compreendido. O próprio Batista ficou desorientado: havia revelado sinais para poder identificÁ-lo e estes não aconteceram.
Aos enviados do Batista, Jesus se apresenta como Messias e enumera seis sinais: cura dos cegos, dos surdos, dos mudos, dos aleijados, a ressurreição dos mortos e o anúncio do Evangelho aos pobres. Todos são sinais de salvação, nenhum de condenação.
O Deus que se revelou em Jesus é muito diferente de nós. Não pode ser medido pelos nossos sentimentos. Ele ama a todos, bons e maus, faz surgir o sol e envia a chuva sobre justos e injustos, porque todos são seus filhos.
Monsenhor José Geraldo Segantin
Pároco da Catedral, vigário geral
segantin@comerciodafranca.com.br
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