Morreu Lúcia Costa Silva


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Lúcia Costa e Silva foi sepultada dia 25, no Cemitério Santo Agostinho
Lúcia Costa e Silva foi sepultada dia 25, no Cemitério Santo Agostinho
Morreu às 20h05 do dia 24, quinta-feira, no Hospital São Joaquim/Unimed de Franca, a senhora Lúcia Beatriz da Costa Silva. Tinha 65 anos. Na véspera, com fortes no peito, foi levado ao hospital por seus genros Celso Bonetti e Eduardo Brito. Internada, lutou pela vida até o dia seguinte. ’Perdemos aquela que foi muito importante na vida de sua família, e que considerávamos como uma segunda mãe’, disseram eles.
 
Lúcia deixou, viúvo, Silvio Aparecido Silva após 47 anos de casamento. Do enlace, quatro filhas, Gislaine, casada com Jair Oliveira Júnior, o Zeca; Elaine, casada com Celso Bonetti; e as gêmeas Josiane e Luciana. Também, dois netos, Vanessa, namorada de Eduardo Brito; e Pedro.
 
Ao se conhecerem, Lúcia e Silvio atuavam na indústria calçadista. Casaram-se. Silvio foi trabalhar na Prefeitura de Franca, como vigilante. Aposentou-se lá depois de 26 anos de trabalho. Lúcia se dedicou à casa e aos filhos que chegavam. Depois, quis voltar ao trabalho. Atuou como atendente no Magazine Luiza e, depois, empregou-se como doméstica. Por onde passou, conquistou respeito e amizade. Segundo Eduardo, em uma das casas de família onde atuou, permaneceu até a aposentadoria.
 
’Ela era educada, prestativa, completamente devotada à família, filhas e netos. Sou suspeito para falar. Desde que cheguei, fui bem recebido por ela e por Silvio. Sempre deram banhos de família em todos que com eles conviveram. Perder alguém que a gente gosta é muito difícil, mas no caso dela, é impossível não sofrer. Sou testemunha do que a harmonia que ela pregava construía para quem estava a seu lado’, disse Eduardo.
 
O equilíbrio de Lúcia definiu seu perfil. ’A capacidade dela em mediar, a fez respeitada e querida. Ela e Silvio nunca perderam oportunidade de se relacionarem com os outros. Num terreno situado em frente à casa onde moravam, formaram uma horta. O local se tornou recanto de encontro entre vizinhos, e de cuidado com a natureza. O que se produzia lá se dividia entre todos. Era muito bom vê-la atuando, motivando pessoas a participar daquele empreendimento coletivo’, disse Eduardo. 
 
Evangélica integrante da Igreja Mundial do Jardim Redentor, Lúcia recebeu em seu velório, ocorrido no São Vicente de Paulo, o pastor dirigente daquela comunidade, bem como, da pastora Elaine, irmã de Zeca, que atua em Ribeirão Corrente, para orações e hinos de louvor. Sepultamento, com serviços da Funerária Nova Franca, aconteceu às 13 horas do dia 25, no Cemitério Santo Agostinho.

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