Nascer, vocês que (decidiram que decidiram), nasceram. Ninguém tirou-lhes o direito. Antes, se aprendia que acima da Constituição, estava a Lei de Deus, e nada se podia contra ela. Veio a serpente e hoje se reclama o direito de abortar. Você quer ser dona do corpo? Seja, antes, dona de sua mente. Direito a abortar não é ser dona do próprio corpo! Não quer filhos? Previna-se! Ou, não faça sexo! (Leia em http://gcn.net.br /noticias/339109/brasil-e-mundo/2016/11/aborto-ate-terceiro-mes-nao-e-crime- decidem-ministros-do-stf)
João
Franca - SP
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Conquista mínima, mas significante para as mulheres. Vai no sentido dos direitos reprodutivos e ao próprio corpo, e ocorre nas democracias mais avançadas do mundo. Aborto é e sempre foi realidade. Temos que lidar com isso: mulheres ricas abortam em clínicas caras; pobres morrem em locais clandestinos. É hipocrisia fingir que não existe e criminalizar. É assunto de saúde pública, não de moralismo ou religião. (...) espero que a decisão seja sinal para debate mais sério sobre respeito à regularização da descriminalização do direito ao aborto, o que é diferente de defender aborto.
Guilherme
Franca - SP
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A lei prevê aborto em caso de estupro, risco de morte para a mãe, anencefalia. Agora, abre-se caminhos para descartes indevidos. Está em Jeremias 1:5: ‘Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações’. Logo, há personalidade antes dos três meses que ministros ideologizados pelas esquerdas comunistas, feministas e jezabelistas (sic) concluíram.Alegar direito de igualdade porque homem não engravida é o fim. Legalizam homicídio! A diferença entre um feto e um velho é o tempo de nutrição!
Carlos M.
Franca - SP
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