Lula defende dar voz a quem faz o basquete


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O modo de gestão do basquete brasileiro tem que ser revisto e dar voz a quem faz a modalidade. Essa é a visão de Lula Ferreira, hoje supervisor do Franca Basquete. No final da partida de quarta-feira, em Sorocaba, Lula Ferreira falou com a reportagem da Difusora AM e abordou a suspensão imposta pela Fiba (Federação Internacional de  Basquete) a CBB (Confederação Brasileira de Basquete).
 
Hoje fora das quatro linhas, Lula possui um currículo que engloba ter sido treinador da seleção brasileira entre 2002 e 2007 e dirigente da Liga Nacional de Basquete (LNB), instituição que organiza o campeonato nacional. Para ele, a punição não é nenhuma surpresa. “Acho que a punição já era uma coisa mais ou menos prevista. Como a CBB deixou de cumprir algumas tarefas importantes como deveria ter feito e não fez, automaticamente a entidade maior que manda no basquete não ia deixar em branco. O que agora a gente tem que fazer é, primeiro corrigir o que não foi feito, nunca mais deixar acontecer e, obviamente em uma reflexão, não cometer os mesmos erros”, avaliou.
 
 

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