@migos.com: versatilidade e samba de qualidade


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Eduardo Alexandre, Gustavo Abrigio e Sérgio Matsubara formam o @migos.com
Eduardo Alexandre, Gustavo Abrigio e Sérgio Matsubara formam o @migos.com
Após um hiato de 5 anos, a banda @migos.com, uma das mais queridas da cidade, voltou com tudo em 2016. Formado atualmente por Eduardo Alexandre Silva, o Dudu, Sérgio Matsubara e Gustavo Abrigio, o grupo está com a agenda lotada e se apresenta, além de shows em Franca e região, em casamentos, formaturas e confraternizações de fim de ano. “O @migos.com possui 12 anos de carreira. Paramos um tempo para nos dedicar a projetos particulares e profissionais e agora voltamos mais maduros, experientes, com ideias novas. Estamos renovados e com um show especial”, disse Dudu, nosso personagem do Jogo Rápido deste domingo.
 
Quando surgiu seu interesse por música? 
Muito novo, tinha 12, 13 anos. Meus pais são pagodeiros, sambistas... Nasci ouvindo samba. Quando fiquei mais velho, por volta de 1994, entrei para a igreja e montei uma banda de samba evangélica, chamada Raça Cristã. Ficamos com essa banda por cinco anos. Depois comecei a trabalhar com eventos em Franca, na parte de organização. Daí, como conheci muita gente da área, para montar o grupo foi natural. Os outros integrantes da banda (Sérgio e Juninho) estavam morando em São Paulo e tinham o grupo Coqueluche. Eles voltaram para Franca e montamos o @migos.com. Na época, a formação era o Sérgio, o Juninho, o Tadeu, o Igor e eu.
 
Onde vocês tocavam no começo da carreira? 
Nós tínhamos um grupo de amigos que sempre se reunia na casa de um amigo nosso, o Carioca, no condomínio Morada do Verde. Começamos a tocar lá e a banda acabou se formando e se solidificando ali, fazendo um som por brincadeira e diversão. Na sequência, fechamos vários shows no bar Cohiba após fazermos um aniversário lá e acabamos tocando no bar todos os domingos. Daí começamos a nos apresentar em vários lugares.
 
Quais são os diferenciais da @migos.com em relação a outras bandas? 
Nos diferenciamos pela nossa versatilidade. Tocamos samba, pagode, axé, pop rock, sertanejo, um pouco de tudo. Sem deixar de lado, claro, nossa raíz, que é o samba.
 
Você também compõe? 
Sim. Estou com um novo projeto e escrevendo bastante. Quem sabe em 2017 já lançamos músicas próprias... 
 
Qual música é obrigatória no repertório de vocês? 
Temos um repertório bem extenso, mas não pode faltar Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, que são nossas referências.
 
Tem alguma música que você não gosta de cantar? 
Sou muito eclético e temos que respeitar o público. Se o público pede, temos que tocar, pois a voz do público é a voz de Deus. Não tem nenhuma música que eu não goste.

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