Muito se comentou nos últimos dias a respeito de algumas mudanças no Código de Trânsito, que já está punindo mais rigorosamente as infrações cometidas, principalmente por motoristas e motoqueiros, tanto no valor pecuniário como na perda de pontos na carteira de habilitação. Infelizmente, só quando mexe no bolso do cidadão é que parece que ele acorda e tenta se corrigir. As opiniões, entretanto, se dividem, e muitos entendem que melhor seria uma campanha bem feita de orientação, antes de passar a punir. Também entendo que essa seria a fórmula correta, contanto que não ficasse apenas naquela inoperante e infrutífera semana em que ficam distribuindo panfletos de ensinamentos, que ninguém dá bola, amassa e joga fora. A atual administração municipal já está no final, então fica a sugestão ao prefeito eleito, Gílson de Souza, enviar à Foz do Iguaçu, ou mesmo a Londrina, no Paraná, alguém para conhecer em detalhes e trazer um modelo de campanha, que soube ter dado muito certo, conforme nos relatou o amigo, advogado Théo Maia. Lá eles ficaram cerca de seis meses observando e em lugar da multa, intimavam o infrator a comparecer em palestras educativas, ficando em princípio livre da punição, aprendendo ou relembrando como agir corretamente no trânsito. No final da temporada, brindes interessantes, doados pelo comércio da cidade, eram entregues aos que alcançaram melhor nota nos testes aplicados. Resultado: o número de ocorrências no trânsito diminuiu a menos da metade. Agora, fazem apenas a manutenção da campanha. Fica aí a sugestão de seguir este exemplo por aqui.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.