Britânica que enfrentou câncer quando bebê morre de overdose


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A mãe da britânica espera transformar a tragédia em um alerta sobre os perigos dos entorpecentes.
A mãe da britânica espera transformar a tragédia em um alerta sobre os perigos dos entorpecentes.

Uma britânica que enfrentou um câncer quando ainda era um bebê morreu de overdose 15 anos depois. Sherie-Lea James tomou muitos comprimidos de ecstasy em uma festa e sofreu uma overdose. Quando tinha apenas 20 meses de vida, ela foi diagnosticada com um tumor e precisou de um transplante de fígado.

A mãe da britânica espera transformar a tragédia em um alerta sobre os perigos dos entorpecentes. "Perdi minha filha e nunca vou esquecer disso. Se algo de bom sair disso eu espero que os adolescentes pensem duas vezes antes de tomar drogas", declarou Sam ao site Daily Mail. "Se fizer uma pessoa pensar antes de tomar alguma coisa, então eu acho que é algo que posso levar disso tudo", continuou ela.

A morte de Sherie-Lea aconteceu em setembro, em Essex, Inglaterra. Ela e um amigo estavam em um shopping quando decidiram ir ao apartamento de um homem de 29 anos. Provavelmente, Sherie-Lea e o amigo eram os únicos adolescentes na festa que não reuniu mais do que 6 pessoas.

“Eles eram adultos e ela era uma criança. Eles não deveriam ter garotas menores de idade num apartamento bebendo ou fazer qualquer outra coisa", reclamou Sam, lembrando que a filha ainda tomava medicação para que não houvesse rejeição ao transplante, o que deixava a jovem mais vulnerável.
 
A adolescente e o amigo sofreram uma overdose, mas somente Sherie-Lea morreu. Sam foi acordada às 5h30 da manhã com um telefonema da polícia avisando que a filha estava a caminho de um hospital.
 
"Chegamos no hospital antes da ambulância, que teve que parar quando Sherie teve uma parada cardíaca. Eles chegaram e tentaram reanimá-la na minha frente, e quebraram as costelas dela tentando fazer isso. Foi um som horrível para se ouvir", lembra Sam, que informada de que a filha teria consumido entre 4 e 5 comprimidos da droga. "Ela era contra drogas, e bebia pouco, até por causa do fígado. Uma pessoa que não usava drogas não tomaria tantos comprimidos de repente", afirma a mãe de Cherie-Lea.

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