Flávia Lancha e Ubiali vão apoiar Gilson de Souza


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Flávia Lancha (PMDB), Doutor Ubiali (PSB) e Gilson de Souza (DEM), no debate do 1º turno com os candidatos a prefeito, no GCN
Flávia Lancha (PMDB), Doutor Ubiali (PSB) e Gilson de Souza (DEM), no debate do 1º turno com os candidatos a prefeito, no GCN
O cenário eleitoral para a reta final da campanha em Franca está definido. Dois candidatos que ficaram pelo caminho no primeiro turno decidiram declarar apoio à candidatura de Gilson de Souza (DEM): Marco Aurélio Ubiali (PSB) e Flávia Lancha (PMDB). O PT, de Gilmar Dominici, e o PSol, de Thiago Rodrigues, vão adotar postura neutra.
 
Terceira colocada nas eleições do dia 3 de outubro, ao receber 28,6 mil votos, Flávia Lancha foi a última a definir seu posicionamento no segundo turno, o que aconteceu na tarde de ontem. “Quem me procurou e pediu o meu apoio foi o Gilson. O pessoal do Sidnei não se manifestou. O segundo ponto, que eu considero mais importante, é o meu alinhamento com o Gilson. Acredito que ele vai ser uma pessoa da gestão participativa e poderá implantar as ideias inovadoras que eu defendi na campanha. O fato de ele ainda não ter sido prefeito também é positivo”, afirmou Flávia.
 
Em princípio, a adesão é particular da empresária e de sua família. O PMDB vai decidir na próxima semana se também subirá no palanque de Gilson ou se vai ficar neutro na disputa.
 
Na última terça-feira, o PTB e o PSB - partidos que lideraram a aliança em torno de Doutor Ubiali, o quarto colocado no primeiro turno - foram os primeiros a tomar a decisão e declararam apoio a Gilson de Souza. Na quinta-feira, foi a vez do PDT também se juntar à candidatura do Democrata. No primeiro turno, o partido integrou a coligação liderada pelo PMDB e indicou o vice de Flávia Lancha, João Rocha. 
 
A coligação de Sidnei Rocha (PSDB) não buscou apoios para o segundo turno e seguirá com os mesmos partidos que integraram a aliança em torno do candidato na fase inicial da campanha.
 
Nem um nem outro
Sexto colocado na disputa, o PSol, optou pela neutralidade no segundo turno. “Vamos indicar o voto nulo no segundo turno. Nenhum dos dois projetos nos representa, por serem da base do governo Alckmin e do governo golpista do Temer e por não terem consonância nenhuma com o nosso programa para a cidade”, disse Guilherme Cortez, vice-presidente do partido.
 
O mesmo caminho será tomado pelo PT, quinto colocado na disputa. “Em decisão unânime, resolvemos não apoiar o Sidnei, o que seria impossível, nem o Gilson, por conta das questões nacionais. São projetos que não nos representam. Respeitamos a decisão dos eleitores, mas vamos ficar neutros”, disse Marcial Inácio, presidente do diretório municipal.
 
 

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