Confusão e tiros marcam cavalgada na Capelinha


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Em meio à celebração religiosa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, houve a prisão de um cabeleireiro de 25 anos. Ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo
Em meio à celebração religiosa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, houve a prisão de um cabeleireiro de 25 anos. Ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo
A cavalgada que reuniu milhares de cavaleiros em homenagem à santa padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, na praça em frente à Capelinha, terminou em confusão na quarta-feira de feriado. Além da apreensão de uma arma, um canivete e uma faca, a Polícia Militar foi acionada diversas vezes para conter os ânimos dos participantes e evitar que o tumulto piorasse. 
 
O evento, que é um dos mais tradicionais do calendário religioso na cidade, teve início logo na manhã de quarta-feira. Os cavaleiros fizeram uma procissão pelas principais ruas da Vila Aparecida e, aos poucos, se aglomeraram na praça em frente à Capelinha. A partir disso, os problemas começaram. Por pelo menos quatro vezes, a Polícia Militar esteve na “festa”. Venda de bebidas alcoólicas, porte de arma branca e ocorrências de brigas e desentendimentos foram registradas.
 
Em meio à celebração religiosa, houve a prisão de um cabeleireiro de 25 anos. Ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo após ser surpreendido pela PM com uma garrucha calibre 22, em uma das ruas das imediações da Capelinha, como é conhecida a paróquia Nossa Senhora Aparecida. Ninguém ficou ferido, mas o fato chamou atenção e assustou os participantes da festividade.
 
De acordo com a Polícia Militar, a apreensão ocorreu assim que populares viram o acusado efetuar vários disparos para o alto. Além da arma, portava um canivete e uma faca de cozinha. Após o ato, tentou fugir, seguindo pela rua Goiás, rumo à avenida Doutor Ismael Alonso y Alonso.
 
Ao ser abordado pelos policiais, o cabeleireiro não confirmou nem desmentiu que havia usado a arma durante a celebração da padroeira. Manteve-se em silêncio e o mesmo aconteceu quando foi conduzido ao Plantão Policial. 
 
Lá, o delegado Alan Bazalha Lopes apreendeu as armas e indiciou o acusado por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e porte de arma correspondente a contravenção penal. Por se tratar de dois crimes, ele não teve direito ao pagamento de fiança e foi conduzido ao CDP (Centro de Detenção Provisória) de Franca.
 

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