Gastos no primeiro turno ultrapassam os R$ 840 mil


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Sidnei Rocha foi o candidato a prefeito que mais investiu na campanha do primeiro turno em Franca
Sidnei Rocha foi o candidato a prefeito que mais investiu na campanha do primeiro turno em Franca
No primeiro turno das eleições municipais, os seis candidatos a prefeito por Franca gastaram juntos quase R$ 1 milhão em propaganda. Segundo dados divulgados na prestação de contas do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), foram investidos ao todo R$ 841,9 mil. 
 
A campanha mais cara até o momento foi a do ex-prefeito Sidnei Rocha (PSDB). Ele foi o que mais se aproximou do limite de gastos estabelecidos pela lei. Sidnei investiu R$ 314.286,30. O máximo permitido para a campanha de prefeito no primeiro turno foi R$ 363.371,25. Sidnei foi o mais votado entre os seis candidatos. No primeiro turno, somou 69.902 votos, o que dá uma média de um voto para cada R$ 4,49 investidos. 
 
Seu adversário no segundo turno, o ex-deputado estadual Gilson de Souza (DEM), está entre os que menos gastaram. Até o momento, sua campanha custou R$ 19,67 mil, quase 16 vezes menos que a de Sidnei. O ex-deputado foi o segundo candidato mais votado com 34.976 votos, uma média de um voto para cada R$ 0,56.
 
Estreante na política e em sua primeira eleição, a empresária Flávia Lancha (PMDB) também investiu bastante no sonho de comandar Franca. Neste primeiro turno, ela gastou R$ 282,96 mil. Mas com 28.609 votos não conseguiu ir para o segundo turno. Na média, Flávia teve um voto a cada R$ 9,89 gastos na divulgação de sua candidatura. 
 
Logo atrás de Lancha, aparece o ex-deputado federal Marco Aurélio Ubiali (PSB). Ele declarou à justiça ter gasto até o último sábado, dia 1º, R$ 204.760. Apesar do alto investimento, Ubiali não passou da casa dos 18 mil votos e garantiu apenas o quarto lugar na votação geral para prefeito. Sua média de gastos foi a maior, com um voto a cada R$ 10,91 gastos em campanha.
 
O ex-prefeito Gilmar Dominici (PT) teve dificuldade para conseguir recursos e chegou ao fim do primeiro turno com uma campanha modesta, que custou pouco mais de R$ 20 mil. Com seu registro de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral, Gilmar conseguiu apenas 6.638 votos, uma média de um voto a cada R$ 3 investidos.
 
Por fim, a campanha mais barata foi a do professor Thiago Rodrigues (PSOL). Baseada no trabalho voluntário de amigos e familiares, a campanha de Thiago não declarou gastos à Justiça, mas mesmo sem recursos ele conseguiu quase 3 mil votos. 
 
Agora para o segundo turno, Gilson e Sidnei terão um limite de gastos de R$ 109.011,38. O horário eleitoral recomeça nesta terça-feira, dia 11, no rádio e na TV.

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