Ricardo Gomes pede tranquilidade ao elenco contra o Santos


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Ricardo Gomes.
Ricardo Gomes.

O empate por 1 a 1 com o Sport teve aspectos positivos para o técnico Ricardo Gomes. Segundo o técnico, o São Paulo evoluiu porque voltou a marcar um gol depois de três partidas. Isso, no entanto, não foi o suficiente. Ele admitiu que a bola está "pesando" nos pés dos jogadores e que ela só vai parar de queimar quando o time tricolor se afastar da zona de rebaixamento. "Com essa situação de desconforto, fizemos três tempos bons [contra Flamengo e Sport]. O que está faltando? Aumentar o número de gols", disse Gomes.

Com 36 pontos e na 13ª colocação, os jogadores estão bastante preocupados com a situação. Isso porque, ao mesmo tempo em que o São Paulo não consegue ter resultados positivos, os concorrentes diretos sobem na tabela do Brasileiro. "Sabemos que não podemos dar mole, senão tem grande chance de cair. A cada empate ou derrota ficamos mais para trás e damos chance aos times que chegarem ou nos ultrapassarem. A única forma de mudar é vencendo", disse o zagueiro Rodrigo Caio.
 
O goleiro Denis entende que não há mais o que ser falado para explicar o mau momento do clube nesta temporada. "Não tem mais desculpa. A equipe está treinando bem, a preparação física é feita da melhor maneira possível, não podemos colocar a culpa em nada. A situação é complicada e só vai melhorar quando ganharmos, isso precisa acontecer o mais rápido possível", declarou o camisa 1.
 
A situação do São Paulo ainda pode piorar no Nacional. O clube tem chance de terminar esta rodada a apenas dois pontos da temida zona de rebaixamento.

PRESSÃO
Os jogadores já deixaram claro que tratam todas as partidas como se fossem finais e, contra o Santos, na próxima quinta-feira (13), não será diferente. Depois de empatar com o vice-líder Flamengo, há a esperança de vencer o rival paulista. "Precisamos ligar o alerta, sabendo que esse jogo com Santos é mais uma final. Precisamos vencer para sair o quanto antes ali de baixo", ressaltou Rodrigo Caio.

A opinião é a mesma de Denis, que não quer pensar em nada além do jogo seguinte. "Não adianta ficar fazendo contas. A minha projeção é ganhar a próxima partida. Não posso pensar dois ou três jogos para a frente se não vencer o próximo."

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