Não faz nem um ano, mas a vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-MG, que efetivamente definiu a conquista do Campeonato Brasileiro de 2015, parece uma memória distante para os torcedores do Corinthians. A realidade atual é bem mais dura, e os atuais campeões tentam reviver ao menos parte da magia experimentada em Belo Horizonte em novembro.
O duelo, desta vez, é em São Paulo, e nem isso faz a formação paulistana favorita. O time dirigido interinamente por Fábio Carille vem de três derrotas seguidas no Nacional -duas delas em seu estádio-, tem a segunda pior campanha do returno e enfrentará um adversário vivo na briga pelo troféu.
"Coloco o Corinthians favorito, sim. Tivemos um bom desempenho nos últimos jogos em casa", disse Carille, antes de perceber que não estava convencendo nem a si mesmo. "Não há favorito em uma partida como essa."
O time do Parque São Jorge tem muito pouco do Corinthians que se impôs em Belo Horizonte em 1º de novembro do ano passado. As diferenças começam no banco, onde não está mais sentado Tite.
Dos 11 jogadores escalados pelo gaúcho na ocasião, dois serão titulares nesta quarta (5): Guilherme Arana e Rodriguinho. Ambos eram reservas em 2015 e só atuaram no jogo decisivo porque Uendel e Elias não estavam à disposição. Cristian e Lucca, que entraram no final da festa em Belo Horizonte, são novamente opções de banco.
Sombra do Corinthians que destruiu seu principal adversário em uma campanha histórica, a formação alvinegra atual busca inspiração no passado recente para se reerguer. O objetivo não é tão ambicioso quanto era na última temporada, mas obter uma vaga na Copa Libertadores é uma meta possível.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.