Francana é impedida de votar em escola do Jd. Noêmia


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Maria Aparecida Giometi Behamduni
Maria Aparecida Giometi Behamduni

Uma eleitora teve uma surpresa desagradável quando tentou votar na manhã deste domingo, dia 2, na Escola Estadual Professor "Agostinho de Lima Vilhena", no Jardim Noêmia.

Maria Aparecida Giometi Behamduni, de 70 anos, foi informada, assim que chegou em sua seção, nº 271, de que não poderia votar, pois alguém já havia assinado o livro de votação na linha destinada a ela.

A eleitora disse que compareceu para a votação por volta das 9h25 e só havia 2 pessoas na fila. "Eles [mesários] me entregaram um papel para justificar", disse Maria Aparecida ao Portal GCN. "O nome assinado era bem diferente do meu, achei estranho alguém não perceber que assinava no lugar errado", afirmou a eleitora.

Ela voltou para casa chateada e tentou contatar a Ouvidoria do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porém, devido às eleições, não é possível o atendimento na data de hoje. O advogado Téo Maia explica que a eleitora pode recorrer.

Segundo Téo, Maria Aparecida e qualquer eleitor que seja impedido de votar devido ao mesmo problema pode recorrer à Justiça e "interpor um mandado de segurança para assegurar o direito de voto como está na Constituição Federal". O advogado destaca que a decisão de impedir o voto porque há outra assinatura no local destinado à assinatura daquele eleitor é inconstitucional e fere o direito do cidadão.

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