DA JANELA DA MINHA VIDA


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Da janela da minha vida, sinto o vento que toca minha alma. 

São ventos de chuvas remotas, de férias lúdicas, de languidez tardia, de beatitude feliz. 
 
Da janela da minha vida, sinto as lembranças usuais de ventos todos e de outros atemporais.
 
Da janela da minha vida, ando tecendo sonhos, carregando lágrimas, testando a fé. 
 
Ando esperando o revés virar graça, a tristeza virar traça, a solitude, uma finitude, e o tempo tornar-se apenas contratempo.
 
E da janela da minha vida, sei que por todas as águas, por todas as flores, por todas as dores, apenas caminho.

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