As aulas da FDF (Faculdade de Direito de Franca) estão suspensas. O diretor da instituição, Décio Antônio Piola, confirmou a paralisação das aulas até o dia 10 de outubro, em comunicado publicado no site da faculdade. O motivo para tal decisão é o surto de caxumba na FDF.
A decisão foi tomada através de recomendações da Secretária de Saúde, após constatação do aumento no número de estudantes infectados pela doença. No começo do mês, dez alunos foram diagnosticados com caxumba e afastados para tratamento. Agora, já são de 25 casos confirmados.
De acordo com o secretário de municipal de Saúde, José Conrado Dias Netto, a Vigilância Epidemiológica esteve na instituição de ensino para vacinar e conscientizar alunos, professores e funcionários sobre a prevenção da doença. “Todo trabalho de bloqueio vacinal foi realizado com a vacinação das pessoas, além de instruções para conter o vírus”, afirmou.
A suspensão das aulas é uma das medidas preventivas para evitar a proliferação da caxumba, já que o contágio ocorre em locais com aglomeração de pessoas. Por isso, segundo Netto, os estudantes devem evitar lugares cheios, principalmente festas.
“Apesar de toda orientação, os estudantes também precisam fazer sua parte e evitarem festas, bares e lugares cheios. Mas, o que vimos são alunos realizando festas particulares e saindo normalmente A recomendação é fazer repouso, tomar os medicamentos indicados e evitar aglomerações”, relatou.
O secretário municipal explicou que o período de incubação da doença é grande e que, mesmo antes da manifestação de sintomas – inflamação das glândulas salivares, dor de cabeça e febre -, a pessoa já pode transmitir a caxumba. “O prazo de incubação varia de 14 a 21 dias, em média, mas ela pode se manifestar em até 25 dias e a pessoa já começa a expelir o vírus.”
A reportagem do Comércio da Franca entrou em contato com a Faculdade de Direito de Franca para abordar a medida imposta (suspensão das aulas). A instituição prometeu se pronunciar nesta terça-feira.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.