‘Sou alvo de uma facção pesada’


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Paulo Pitt disse que ainda não foi citado sobre a ação do Ministério Público e negou que tenha tentando blindar os seus bens. Para ele, a medida seria mais uma consequência da suposta perseguição política que sofre dos adversários. “A ação não tem pé nem cabeça. Não tem fundamento nenhum. Vou provar que não fiz nada de errado. Foi tudo dentro da lei. Trabalho com meus filhos desde 2009. Passei a fazenda para eles assim que comecei o mandato, foi antes do processo, antes de tudo.”
 
Pitt acredita que a ação movida pelo Ministério Público seja reflexo de denúncia feita por seus adversários políticos. “Eu mexi nos interesses de muita gente em Restinga ao denunciar o aumento abusivo que foi concedido para um grupo de servidores da Prefeitura. Sou alvo de uma facção pesada. Por isso, fui cassado.”
 
Paulo Pitt era prefeito de Restinga e foi cassado em 2013 por ser considerado culpado em 12 das 16 irregularidades imputadas a ele pela Comissão Processante da Câmara. Em junho, foi declarado inelegível pelo juiz eleitoral José Rodrigues Arimatéa e teve os direitos políticos suspensos por oito anos. Ele recorreu e segue com a candidatura a vice de Luciene Martins.
 

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