Candidatos a prefeito de Restinga se enfrentam


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Apoiadores dos candidatos Amarildo e Luciene tomam a frente do GCN
Apoiadores dos candidatos Amarildo e Luciene tomam a frente do GCN
Os três candidatos a prefeito de Restinga se encontrarão nesta quinta-feira, dia 15, às 10h45, no auditório “Jornalista Corrêa Neves”, na sede do GCN, onde participarão de um debate político organizado e promovido pelo grupo de mídia. O encontro terá transmissão ao vivo pela rádio Difusora (AM 1030) e pelo portal GCN (www.gcn.net.br). Na tarde de ontem, todos confirmaram suas presenças. 
 
O candidato do PMDB, Amarildo, afirmou que está pronto e seguro para debater com os seus adversários. “Estou tranquilo, sou muito tranquilo, me sinto preparado. Tenho a boa expectativa de alcançar a população de Restinga ao apresentar os nossos objetivos”, disse.
 
Ele conta que nasceu na zona rural da cidade, foi lixeiro, coveiro, capinador de rua, trabalhador braçal e tirador de leite. Na vida política, acumula duas passagens pela Câmara da cidade como vereador - em um dos mandatos, foi presidente da Casa -, dois mandatos como vice-prefeito de Clarindo Ferracioli, o Belão (morto em 2010), além de ter administrado o município entre 2005 e 2008.
 
“Entrei na política porque tenho profundo respeito pela comunidade e pela população. Sempre trabalhei buscando coisas boas e projetos importantes, visando melhorar a qualidade de vida de todos”, disse.
 
O cirurgião-dentista Dr. Wellington, candidato a prefeito de Restinga pelo PSDB, também afirmou se sentir preparado para o embate e disse acreditar que o evento tenha potencial para definir as eleições. “Estou preparado, até porque fui vereador por duas vezes. A minha expectativa é que esse debate seja um divisor de águas. Sabemos que a nossa campanha está crescendo e que apenas nós representamos a mudança de verdade, a renovação. Estamos todos cansados de velhos políticos. A população pede mudança.”
 
Para se referir às suas motivações para se candidatar, ele cita o desejo de mudar a realidade atual de Restinga. “A cidade está abandonada, não tem nem varredor de rua, a saúde está abandonada, a educação não está boa, não há geração de emprego. Quis me candidatar por conta desse descaso em que a cidade se encontra.”
 
Luciene Martins (PRB), prefeita há apenas um ano e quatro meses, empossada após uma série de imbróglios judiciais, tenta a reeleição para seguir no comando da cidade. Ela afirma que “arrumou a casa” nesse período e que se sente pronta para permanecer no cargo. “Me sinto preparada e vitoriosa.”
 
Luciene conta que foi balconista, empregada doméstica, atendente em comércio, comerciante e conselheira tutelar. A candidata disse que chegou a ficar desmotivada para a política, diante da luta judicial que teve de enfrentar para poder assumir a Prefeitura. “Eu vim do cargo de vice, que é um cargo de expectativa, e a princípio não achava que eu assumiria. Agora, me vejo como uma pessoa que não tinha tanta experiência, mas que se tornou vencedora. Então, perguntei a mim mesma: depois de tudo isso, vou desanimar?”
 
Quanto ao debate, ela afirma estar otimista. “As minhas expectativas são as melhores possíveis.”

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