A jornalista Mariana Ferrão retornou ao trabalho após o fim da licença-maternidade.
Em seu perfil no Instagram, na segunda-feira, dia 12, ela publicou uma foto em que aparece com os filhos Miguel e João. Na legenda, Mariana, que estava afastada do Bem Estar, na Rede Globo, escreveu um texto que emocionou internautas. "Acabou. Foram exatos sete meses. Amanhã volto a trabalhar… Só o que quero dizer pra vocês dois é: muito obrigada! Desde o primeiro abraço de irmãos no hospital, vocês me mostraram o quanto o amor pode se multiplicar de maneira infinita. Vocês me mostraram que não existe limite para a doçura de um olhar. Vocês me mostraram que a alegria de um vendo o outro é de corpo inteiro: sorriso escancarado e banguelo e olhos brilhando, acesos", publicou a jornalista.
Mariana cita vários momentos e sentimentos que ficarão em sua memória e ao final, agradece aos filhos. "Obrigada, meus filhos. Continuo aqui. Sempre", concluiu a jornalista.
Leia o texto na íntegra:
"Acabou. Foram exatos sete meses. Amanhã volto a trabalhar…
Só o que quero dizer pra vocês dois é: muito obrigada!
Desde o primeiro abraço de irmãos no hospital, vocês me mostraram o quanto o amor pode se multiplicar de maneira infinita. Vocês me mostraram que não existe limite para a doçura de um olhar. Vocês me mostraram que a alegria de um vendo o outro é de corpo inteiro: sorriso escancarado e banguelo e olhos brilhando, acesos.
E levo tudo isso comigo de volta ao trabalho! Levo o entusiasmo de abrir mil vezes a mesma embalagem de carrinhos e conservar a surpresa de como se fosse a primeira vez.
Levo a vontade de experimentar o novo como quem come abóbora com a mão, as orelhas (e por que não tb?), com a boca…
Levo a curiosidade luminosa de tentar agarrar as sombras.
Levo o olhar de quem volta pra casa e reconhece no próprio quarto o acolhimento dos objetos conhecidos.
Levo a inquietude do olhar que mira o ventilador tentando entender por que roda, por que gira, de onde vem o vento.
Levo o fascínio de uma mão que experienta e arranca a grama no primeiro toque.
Levo a piscada calma de quem absorve imagens sem pressa.
Levo a mente inquieta de quem tenta compreender o mundo.
Levo o amor que transborda de braços abertos e que nem a ginasta mais alongada do mundo é capaz de atingir.
Levo as brincadeiras, o bom humor e sabedoria de poder rir de si mesmo.
Levo o meu reflexo nos olhos de quem mama me olhando no olhos.
Levo a felicidade impagável daquele que reconhece a mãe à distância na saída da escola.
Levo a paciência para aguentar as manhas.
Levo a resistência de ficar sem dormir.
Levo a serenidade de perceber o quanto já se sabe.
Levo a humildade de saber que não se sabe quase nada.
Levo o orgulho das conquistas e o anseio por mais.
Muito mais.
Obrigada, meus filhos.
Continuo aqui. Sempre."
Só o que quero dizer pra vocês dois é: muito obrigada!
Desde o primeiro abraço de irmãos no hospital, vocês me mostraram o quanto o amor pode se multiplicar de maneira infinita. Vocês me mostraram que não existe limite para a doçura de um olhar. Vocês me mostraram que a alegria de um vendo o outro é de corpo inteiro: sorriso escancarado e banguelo e olhos brilhando, acesos.
E levo tudo isso comigo de volta ao trabalho! Levo o entusiasmo de abrir mil vezes a mesma embalagem de carrinhos e conservar a surpresa de como se fosse a primeira vez.
Levo a vontade de experimentar o novo como quem come abóbora com a mão, as orelhas (e por que não tb?), com a boca…
Levo a curiosidade luminosa de tentar agarrar as sombras.
Levo o olhar de quem volta pra casa e reconhece no próprio quarto o acolhimento dos objetos conhecidos.
Levo a inquietude do olhar que mira o ventilador tentando entender por que roda, por que gira, de onde vem o vento.
Levo o fascínio de uma mão que experienta e arranca a grama no primeiro toque.
Levo a piscada calma de quem absorve imagens sem pressa.
Levo a mente inquieta de quem tenta compreender o mundo.
Levo o amor que transborda de braços abertos e que nem a ginasta mais alongada do mundo é capaz de atingir.
Levo as brincadeiras, o bom humor e sabedoria de poder rir de si mesmo.
Levo o meu reflexo nos olhos de quem mama me olhando no olhos.
Levo a felicidade impagável daquele que reconhece a mãe à distância na saída da escola.
Levo a paciência para aguentar as manhas.
Levo a resistência de ficar sem dormir.
Levo a serenidade de perceber o quanto já se sabe.
Levo a humildade de saber que não se sabe quase nada.
Levo o orgulho das conquistas e o anseio por mais.
Muito mais.
Obrigada, meus filhos.
Continuo aqui. Sempre."
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