Já se passaram 365 dias desde que um tiro foi disparado fatalmente na cabeça da bancária Rosane Berteli, de 24 anos. No dia 8 de setembro de 2015, ela foi assassinada pelo ex-namorado, o comerciante Breno Helton Costa Rezende, 33, em um estacionamento na rua Doutor Júlio Cardoso, no Centro de Franca.
Desde então, o caso segue na Justiça, trazendo dor à família, e sem uma punição para Breno. Isso porque, minutos depois de matar Rosane, ele dirigiu sua picape até a rua Campos Salles, estacionou, fez uma ligação para a família afirmando que “tinha feito uma besteira” e deu um tiro na própria boca. A bala atravessou parte de seu crânio e fez com que perdesse massa encefálica. Hoje em dia, precisa da ajuda dos pais e da irmã para cuidados pessoais e se alimentar. Diz não se recordar de ter matado a ex.
O assassinato da bancária rendeu a Breno a prisão em flagrante e, posteriormente, preventiva. Por mais de 30 dias, ficou internado sob escolta no Hospital Regional e, após ter alta, foi para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Franca e CHSP (Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário) em São Paulo. Em fevereiro deste ano, teve a prisão convertida em domiciliar.
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