‘Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo’.
(Rm. 5.1)
Todos os que já obtiveram a graça da justificação, sabem como são impressionantes as transformações pelas quais passamos quando temos um encontro verdadeiro com Deus. A maior de todas, com certeza, é a mudança imediata do nosso entendimento.
Passamos a enxergar as coisas a nossa volta por outra ótica. Saímos das trevas para a maravilhosa luz de Cristo (I Pedro, 2:9b). É justamente neste momento, que temos a nítida sensação de que uma venda nos foi tirada dos olhos, e verdades que antes não entendíamos, passam a ser não apenas entendidas, mas acima de tudo praticadas.
Para uma melhor compreensão do que queremos compartilhar nesta mensagem, torna-se necessário definirmos duas palavras. São elas: justificação e fé. Segundo alguns teólogos, justificação é o ato judicial de Deus por meio do qual Ele, pela sua graça, perdoa os homens que Dele se aproximam, e os isenta de sua culpa.
Esse perdão só é possível porque seu filho Jesus Cristo cumpriu em nosso lugar, e sofreu o castigo que devíamos sofrer, como consequência dos nossos pecados. Em uma linguagem mais simplista, poderíamos acrescentar ainda que, justificação é o ato pelo qual Deus, como Rei e Senhor, volta a relacionar-se com aqueles que com Ele fizeram aliança, através de seu Filho Jesus.
Visto que assim como por um homem, entrou o pecado no mundo (Adão), por outro (Jesus), encontramos o caminho da volta a Deus. Foi por esta razão, que o próprio Jesus afirmou: ‘Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim’ (João 14.6).
Por sua vez, fé, na exata definição bíblica é: ‘o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem’ (Hb. 11.1). Em outras palavras, fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver.
O grande problema é que muitos homens optaram por viver a margem da vontade de Deus, divorciados de seus ensinamentos e leis. Todavia, a única maneira de possuirmos paz verdadeira com Deus, é mediante a justificação através da fé em Jesus Cristo.
Podem os homens continuar se esquivando de Deus, porém, isto não mudará em nada os fatos. Ele continuará sendo Senhor do Universo e dono de nossas vidas. É por isto que Jó escreveu: ‘Na verdade sei que assim é; porque como se justificaria o homem para com Deus. Se quiser contender com ele, nem a uma de mil coisas lhe poderá responder. Ele é sábio de coração, poderoso em forças; quem se endureceu contra ele e teve paz?’ (Jó 9.3-4.).
Caro leitor, deseja gozar de verdadeira paz em sua vida, faça agora mesmo uma aliança com Jesus, se ainda não fez, e então compreenderá que é possível viver em paz em um mundo sem paz. Esta promessa não está sendo feita por homens, mas é uma das mais vívidas promessas feitas pelo mestre de Nazaré: ‘Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá’. ‘Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize’ (João 14.27).
Deus é justiça, mas acima de tudo, Ele é amor e bondade. No entanto, apenas a misericórdia e o poder divino se mostram capazes de abrir os nossos olhos para enxergarmos não só a beleza, a poesia e a importância do sacrifício de Cristo, mas também a veracidade irrefutável da sua Palavra (a Bíblia). Eis aí, o porque da necessidade de aceitá-lo como nosso Salvador pessoal e, acima de tudo, compreender que tudo o que acontece está sob o seu controle e nada lhe escapa. Deus vos abençoe.
Pastor Isaac Ribeiro
Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus/Franca - Ministério Missão
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