CVC oferece intercâmbios para cidades do mundo todo


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Renato Barbosa, Heloisa Honório e Marina Coimbra, da CVC Major Nicácio
Renato Barbosa, Heloisa Honório e Marina Coimbra, da CVC Major Nicácio
Unir aprendizado e conhecimento cultural é uma opção de centenas de francanos anualmente, que procuram, por meio de um intercâmbio, aprimorar seu conhecimentos em línguas e conhecer as mais diversas localidades mundiais. A CVC lançou recentemente esse tipo de serviço, oferecendo passagem aérea, hospedagem, cursos e todo o suporte necessário ao estudante. Heloisa Honório, 29, supervisora de vendas da CVC Major Nicácio, é nossa entrevistada do Jogo Rápido deste domingo. Confira!
 
Qual deve ser o primeiro passo de uma pessoa interessada em fazer um intercâmbio? 
O primeiro passo é escolher o idioma e o País. O interessado deve também se atentar ao tipo de clima que ele quer. Tem gente que gosta de um clima mais quente, tem gente que gosta de frio... O ideal é o cliente vir até à agência para já montarmos um roteiro personalizado. 
 
A agência ajuda também na parte de documentação? 
Sim, já fazemos toda essa parte. Como a documentação no caso do intercâmbio é específica, o ideal é a pessoa já ter pelo menos o passaporte, pois o visto de estudante já fazemos por aqui. A CVC já cuida e envia também toda a documentação exigida pela escola no país onde o cliente vai estudar, já tudo certinho.
 
Qual é a duração mínima e a máxima de um intercâmbio de vocês? 
Temos cursos a partir de uma semana e depois não há limites de semanas.
 
Quais idiomas são oferecidos nos intercâmbios da CVC? 
Inglês, espanhol, francês, alemão, japonês, mandarin, italiano e árabe. 
 
Quais são os tipos de hospedagem oferecidos por vocês? 
Casas de família, alojamento da faculdade e também hotéis. Os alojamentos de faculdade possuem banheiro compartilhado, divisão de ala masculina e feminina, e também com banheiro no quarto. Já para quem preferir mais privacidade, temos a opção de hotel. Recomendamos ainda a casa de família, pois o aluno já participa da rotina dos moradores do país.
 
Há suporte da agência durante o período em que a pessoa está em outro país? 
Claro, prestamos suporte total. Por exemplo, se o aluno está ficando em uma casa de família e não se adaptou, quer trocar de família, já resolvemos tudo por aqui. Ele tem todo nosso suporte tanto aqui quanto lá no destino. A gente também presta todo o suporte para os pais que ficaram aqui.
 
Há alguma idade mínima para intercâmbio? 
Não tem, mas o ideal é pelo menos 15, 16 anos, porque o aluno já está começando a amadurecer, já aproveita mais. Os menores de 18 anos necessitam de autorização judicial e dos pais. Idade máxima não existe. Tivemos até o caso de três passageiras de cerca de 75, 80 anos, de Ribeirão Preto, que foram para o Havaí aprender inglês e fazer aulas de surfe. Às vezes, as tarifas do intercâmbio e pacotes saem bem mais em conta do que um pacote tradicional, com hotel. Há escolas apenas com meio período de aula e o resto do dia o cliente pode curtir o país.
 
Qual é o destino preferido dos francanos para fazer intercâmbio? 
Estados Unidos, não tem jeito. Os francanos gostam muito de lá, especialmente de Miami, por causa do clima. O destino que temos a melhor cotação é a África. Sugerimos Joanesburgo.

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