Ontem, na tenda reservada à Academia Francana de Letras, na Feira do Livro, encontrei-me com a professora e escritora Cirlene de Pádua Teixeira. Seu livro De Amores e Amorasestava sobre a mesa. Na capa, o bom gosto da imagem e do título era um convite à leitura. Com a generosidade que lhe é peculiar, ela o abriu, exibindo a alguns amigos não os poemas que o animam - verdadeiramente amoráveis -, mas a orelha, por mim escrita.
Ah, Cirlene, o que me veio, num súbito, à vista da capa e à leitura primeira de seu livro, e que anotei em um pedaço de papel, antes que fosse aos ares com o colibri que adeja em torno de sua amoreira, foi o que vai aqui, abaixo, na cor da amora madura:
De Amores e Amoras: ah, que delícia de título!
Pois, entre títulos e delícias, o livro se desenrola
Com o sabor da doçura, da ternura...
Com o gostinho inconfundível
De amora bem madura
“Comida com sol”, com chuva ou luar,
No ontem, no amanhã, no agora...
E repito, Cirlene, o que já tive a oportunidade de dizer, por escrito: nas páginas de seu livro, revivi amores, senti quereres, descobri saudades; experimentei o sabor das muitas poéticas amoras colhidas ao longo de sua vida. E volto a lhe afirmar que belo belo mesmo, minha amiga, é embarcar nas asas do colibri que beija os frutos de sua poesia; é pousar nas folhas de seu livro e fruir cada amor e cada amora que nele você nos oferece.
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