Campanha eleitoral abre oportunidade de emprego temporário


| Tempo de leitura: 3 min
Em toda campanha eleitoral o cenário se repete: nos principais cruzamentos e vias da cidade, pessoas vestindo camisetas de partidos políticos
Em toda campanha eleitoral o cenário se repete: nos principais cruzamentos e vias da cidade, pessoas vestindo camisetas de partidos políticos
Em toda campanha eleitoral o cenário se repete: nos principais cruzamentos e vias da cidade, pessoas vestindo camisetas de partidos políticos agitam bandeiras, outros espalham santinhos nas casas, pedem votos para um sem número de candidatos. Em Franca, onde há mais de 250 candidatos na corrida eleitoral, os operários do pleito se dividem em dois grupos, o dos funcionários que são contratados para trabalhar no período eleitoral e o dos militantes que desempenham as atividades por ideologia.
 
Dentro do primeiro grupo está a campanha da coligação “Franca Merece Mais”, encabeçada por Marco Ubiali (PSB) na disputa a prefeito, que abriu ao menos 40 vagas de trabalho com remuneração de um salário mínimo e contrato de trabalho vigente até 2 de outubro, dia da eleição.
 
Segundo a coordenadora de campanha, Ana Krauss, mais contratações não estão descartadas. “É possível que a gente abra mais vagas, mas provavelmente com salário menor, devido à limitação de verba. Temos um limite este ano e temos que colocar gente dentro do que é possível pagar”, disse ela.
 
Dentre as funções estão desde cargos administrativos até atividades com bandeiras nas ruas. “Tentamos colocar cada pessoa onde ela poderá ser mais bem aproveitada e onde ela tem mais interesse. Depende da qualificação e da experiência da pessoa.” Informações sobre futuras oportunidades podem ser obtidas no comitê do partido, que fica na rua Abílio Coutinho, 221, no bairro São Joaquim.
 
A assessoria do candidato a prefeito Gilson de Souza (DEM) disse que as contratações de cabos eleitorais devem começar a partir do dia 1º de setembro, mas ainda não há informações sobre o número de vagas ou remuneração a ser paga. Ainda segundo a assessoria, o local de sede do comitê, onde será possível obter mais informações, ainda está em fase de definição.
 
Já a assessoria da candidata a prefeita pelo PMDB, Flávia Lancha, afirmou que foram contratados entre 20 e 30 cabos eleitorais, com remuneração diária de R$ 40. É possível que haja a abertura de vagas para a segunda quinzena de setembro. Mais informações podem ser obtidas no comitê da candidata, que fica na rua Dr. Marrey Júnior, 2.255.
 
No grupo de trabalho voluntário se enquadra a força motriz do PSol, segundo o candidato a prefeito pelo partido, Thiago Rodrigues. “Nós sempre tivemos a política de não pagarmos cabos eleitorais, pois achamos que o voto tem de ser pedido por alguém que realmente se identifique com o projeto. Em nossa campanha, o candidato panfleta, carrega bandeira e conversa com as pessoas como qualquer militante. Tanto é que nossas campanhas sempre carregaram o lema ‘Não recebo um real, estou na rua por um ideal’”, disse.
 
A campanha petista segue linha parecida, ao menos por ora. Segundo o candidato Gilmar Dominici, o partido não está fazendo contratações no momento. Contratações futuras, no entanto, não estão descartadas. “Nós não contratamos nenhum cabo eleitoral pago. Nossa campanha tem sido feita exclusivamente por militantes. Analisaremos a possibilidade de contratação ou não bem à frente da campanha”, disse o assessor José Eduardo David.
 
A coordenação de campanha do candidato tucano, Sidnei Rocha, informou que não teria a possibilidade de repassar os dados ontem.
 
 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários